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Solidão

Este trabalho fala-nos da solidão com o intuito de mostrar a visão de alguém que é alvo desse estado emocional. Este trabalho foca-se na solidão, com o intuito de mostrar a visão de alguém que é alvo desse estado emocional. A solidão aqui representada envolve tristeza, ou seja, não se trata de solitude. Enquanto nesta última a pessoa opta por estar sozinho, não sofrendo, na solidão o indivíduo anseia contacto com os outros e não o tem, ou devido ao seu estado de espirito é-lhe difícil estabelecer uma ligação com as pessoas, existindo, então um sentimento de vazio e de isolamento. Assim, a solidão faz com que o mundo pareça deserto, vazio, ermo, e a pessoa sinta que não há ninguém que a apoie e que a compreenda ou que, pelo menos, tente compreender. Desta forma, as imagens apresentadas representam espaços vazios, mostrando, assim, como a pessoa vê o mundo. 

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Para este trabalho tenho como referências o trabalho de Josef Hoflehner, American Landscapes e Patience, onde há um afastamento das pessoas e paisagens vazias, tendo também como referência estética os trabalhos do fotógrafo e a sua preferência pelo tempo nublado, luz difusa e com poucas ou nenhumas sombras, segui também como referência o trabalho The Presence of Absent do Per Bak Jensen, um trabalho que nos trás a presença do ausente, trazendo também esse conceito para o meu trabalho, do modo em que, as pessoas estão ausentes das fotografias mas são algo importante para a pessoa que sente solidão, desta forma elas estão presentes nos locais onde estão ausentes, locais estes que normalmente estão povoados, assim como nos mostra o trabalho do Rui Duarte Silva, Sozinhos na cidade, onde nos mostra uma série de fotografias da cidade do porto, onde mostra que é possível encontrar só uma pessoa numa cidade que na altura foi considerada melhor destino europeu. 

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